Cansaço.*
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É só o que consigo escrever mais.
Vida real e ficção, com pitadas de cultura e filosofia de boteco
Sabe por que a Globo mantém o Galvão no ar? Com certeza há uma pesquisa por trás disso. Isso quer dizer que ele tem o apoio dessa coisa abstrata chamada "povo". O que leva a concluir que o locutor carrega consigo a mediocridade da nossa auto-estima.
A frase do dia foi da pequena Sophia, filha da campeã olímpica brasileira Maurren Higa Maggi, que hoje cedo (à noite em Pequim) ganhou a medalha de ouro. Enquanto a mãe se esguelava de alegria em meio às ovações do público presente, sem nenhum temor a menina, que falava ao telefone com ela em rede nacional, lascou a decepção: "Mãe, mas eu queria a de prata!". Ela não gosta da cor dourada. Muito engraçado como funciona a cabeça das crianças. Impagável!
Um filme bom. Mas sabe quando espera um tchan e... nada. Cumpriu seu papel. Nada mais. Bem feito, boa fotografia, atuações e roteiro medianos. Asséptico. Esperei mais e não encontrei muito. O que significa, em uma indústria cinematográfica como a de hoje, super-inflacionada e abarrotada, um filme qualquer, fadado ao esquecimento. Imperdoável, levando-se em conta o orçamento - US$ 35 milhões - e o capital humano - especialmente, Scarlett e Natalie.
Já que me atrasei para a academia por conta do trabalho (tenho que arrumar uma academia que feche mais tarde e não às 21h), agora quero ir ao cinema, que hoje está em promoção. Acho que vou assistir a A Outra, com a Scarlett Johansson e Natalie Portman vivendo as irmãs Bolena. Quem sabe meu dia estafante não acabe com uma boa surpresa. Será? Estou duvidando, viu. Aguarde e verá minha opinião. Fui!
Já estava até aparecendo teia de aranha por aqui de novo. Bem, estou em casa de papai, afinal amanhã, domingo, é dia dele. Enquanto espero pela madrugada olímpica da Globo (quem mandou não assinar TV paga) vou atualizando por aqui, bem ao estilo blog-diário.